Ferreira do Amaral defende a sua ida para a Lusoponte
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3011740
Ferreira do Amaral na comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Publico-Privadas Fotografia © Leonardo Negrão / Global Imagens
Ferreira do Amaral na comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Publico-Privadas Fotografia © Leonardo Negrão / Global ImagensO antigo ministro das Obras Públicas Ferreira do Amaral defendeu hoje que "não é justo falar de incompatibilidades" sobre a sua ida para a Lusoponte, tendo em conta que aceitou o convite 12 anos depois de ter saído do Governo.
"Julgo que não é justo falar de incompatibilidade quando estamos a falar de um intervalo de 12 anos", afirmou o antigo governante, na comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Público-Privadas (PPP), quando o PS considerou que era um exemplo de pessoas que "estiveram dos dois lados da barricada".
O deputado do PS Rui Paulo Figueiredo lançou a questão, no final da audição, realçando que "não ficaria bem se não lhe dissesse algo que disse dezenas de vezes na comissão de inquérito, porque o senhor engenheiro é um bom exemplo disso, de que devia haver um reforço, a nível legislativo, das incompatibilidades da passagem do [setor] público para o privado".
Ferreira do Amaral, que quando esteve no Governo de Cavaco Silva negociou com a Lusoponte o acordo relativo à concessão da Ponte da Vasco da Gama, disse que aceitou o convite "com à-vontade", até porque tinham passado 12 anos.
"Julgo que fui um dos poucos deputados que, quando saiu do Governo, pôs à comissão de ética o problema de aceitar o lugar para que fui convidado", acrescentou.
O antigo governante adiantou que, nesse intervalo, os sócios e os administradores da Lusoponte mudaram, considerando que não faz sentido "causar esse tipo de dificuldades" aos ex-membros de cargos governamentais.
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Ferreira do Amaral na comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Publico-Privadas Fotografia © Leonardo Negrão / Global Imagens
Ferreira do Amaral na comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Publico-Privadas Fotografia © Leonardo Negrão / Global ImagensO antigo ministro das Obras Públicas Ferreira do Amaral defendeu hoje que "não é justo falar de incompatibilidades" sobre a sua ida para a Lusoponte, tendo em conta que aceitou o convite 12 anos depois de ter saído do Governo.
"Julgo que não é justo falar de incompatibilidade quando estamos a falar de um intervalo de 12 anos", afirmou o antigo governante, na comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Público-Privadas (PPP), quando o PS considerou que era um exemplo de pessoas que "estiveram dos dois lados da barricada".
O deputado do PS Rui Paulo Figueiredo lançou a questão, no final da audição, realçando que "não ficaria bem se não lhe dissesse algo que disse dezenas de vezes na comissão de inquérito, porque o senhor engenheiro é um bom exemplo disso, de que devia haver um reforço, a nível legislativo, das incompatibilidades da passagem do [setor] público para o privado".
Ferreira do Amaral, que quando esteve no Governo de Cavaco Silva negociou com a Lusoponte o acordo relativo à concessão da Ponte da Vasco da Gama, disse que aceitou o convite "com à-vontade", até porque tinham passado 12 anos.
"Julgo que fui um dos poucos deputados que, quando saiu do Governo, pôs à comissão de ética o problema de aceitar o lugar para que fui convidado", acrescentou.
O antigo governante adiantou que, nesse intervalo, os sócios e os administradores da Lusoponte mudaram, considerando que não faz sentido "causar esse tipo de dificuldades" aos ex-membros de cargos governamentais.

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