domingo, março 08, 2015

O Clube dos Poetas Mortos


Contraste do mau cidadão que nos governa com  o apoio do dr. Anibal - "cheira a campanha eleitoral" - ele lá sabe 

Costa: "Num ano eleitoral o Presidente da República tem especiais deveres de isenção"

por Miguel MarujoOntem39 comentários
António Costa
António CostaFotografia © PAULO NOVAIS/LUSA

Líder socialista classifica declarações de Cavaco como "muito infelizes", ao "responsabilizar as oposições" e não o primeiro-ministro. Demissão do governo está "nas mãos dos portugueses"

António Costa recordou este sábado que o "Presidente da República tem especiais deveres de isenção e imparcialidade", num ano eleitoral como este de 2015, depois de Cavaco Silva ter reduzido o caso das dívidas de Passos Coelho à Segurança Social a "lutas político-partidárias", num momento em que já "cheira a campanha eleitoral".
Classificando aquelas como "declarações muito infelizes" do Chefe do Estado, o secretário-geral do PS insistiu, várias vezes, que Cavaco fez uma "coisa muito infeliz" e "inaceitável", como apontou já no final da sua declaração feita em exclusivo à SIC Notícias. Para Costa, o Presidente "procurou responsabilizar as oposições", quando o que está em causa é a falta de "resposta cabal" por parte do primeiro-ministro.
O líder socialista afirmou que "a questão política que está colocada" é a de "saber se o primeiro-ministro tem autoridade para impor e exigir aos portugueses o cumprimento dos deveres". "O Presidente da República só pode responsabilizar o que disse o primeiro-ministro e não as oposições", atirou. "Nós estamos num ano eleitoral onde o senhor Presidente da República tem especiais deveres de isenção e imparcialidade e não pode efetivamente quando fala agora como um comentador que diz que não é."
Interpelado se perante os esclarecimentos entretanto dados pedia a demissão do governo - como lhe exigiu por exemplo o histórico socialista Manuel Alegre, nas páginas do DN - Costa preferiu remeter para um futuro incerto. "O primeiro-ministro tem o dever de explicar. A questão da demissão está colocada nas boas mãos que é a dos portugueses: é claro hoje que, com o estatuto de imunidade política que o Presidente da República confere e a cobertura que a maioria lhe oferece na Assembleia da República, a questão da demissão só poderá resultar da voz dos portugueses e essa voz será dada aos portugueses mais tarde ou mais cedo."
À insistência da jornalista, Costa insistiu que "bem podem tentar adiar a chamada dos portugueses de exercer a sua voz, mas que quando a exercerem será de forma muito clara e muito nítida". E voltou a colocar na mesa a "questão política" que se coloca. "Saber se, neste quadro, com estas dúvidas, o primeiro-ministro tem a autoridade - que um primeiro-ministro tem de ter - para impor e exigir um cumprimento e deveres aos seus concidadãos". E tem autoridade para ser primeiro-ministro, foi questionado. "O primeiro-ministro conforme vai adiando as respostas, como vai dando respostas contraditórias, mina a credibilidade das instituições, mina a confiança que é necessária e enfraquece a autoridade que um primeiro-ministro tem de ter para exercer a sua função."




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